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	<title>Asfixia &#187; Games</title>
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		<title>Shadow of The Colossus: Uma Epopéia Interativa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 20:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Alexandre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há um pouco mais de dois anos, no inverno de 2007, eu estava muito ocupado. Tinha um emprego fixo, e quando chegava, Por volta das 18 horas, tinha que ir direto pra o computador estudar, pois fazia na época um curso online de administração além de estudar programação e design auto didaticamente. Eu estava praticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um pouco mais de dois anos, no inverno de 2007, eu estava muito ocupado. Tinha um emprego fixo, e quando chegava, Por volta das 18 horas, tinha que ir direto pra o computador estudar, pois fazia na época um curso online de administração além de estudar programação e design auto didaticamente.  Eu estava praticamente sem tempo até pra uma diversão corriqueira, e todos sabem que isso acaba por prejudicar no rendimento das tão importantes atividades que nos consomem. Mas quando meu cunhado conseguiu um Playstation 2 isso mudou.<span id="more-4627"></span> Em meus momentos livres, os consoles de terror, principalmente, comandavam. Sempre fui fã de jogos com ambientação contemporânea, e títulos como Silent Hill e Forbdden Siren, supriam bem essa necessidade. Pois bem, dentre todos os jogos havia um que meus amigos comentavam muito, chamavam Sombra do Colosso. “Joga sombra do colosso, tu vai curtir.” “Joga sombra do colosso, é muito foda.” Eu sempre fui muito preconceituoso com games com uma temática fantástica, e imaginava, sem nunca parar pra ver o jogo, que se tratava de mais um Final Fantasy, cheio de monstros gigantes pra matar.<img class="aligncenter size-full wp-image-4631" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/shadow_of_the_colossus1.png" alt="shadow_of_the_colossus" /> Como eu mencionei no inicio do texto era inverno, e embora eu more no litoral nordestino, nesta época chovia muito. Em muitas noites frias eu ouvia musicas incríveis vindas da sala, onde meu cunhado estava a jogar. Eu não entendo muito de música, mas eram sons carregados de instrumentação clássica, de uma leveza, e às vezes um peso, que me faziam “viajar” muito antes de dormir. Esses sons acabavam embalando meus primeiros sonhos, e nos dias seguintes sempre me esquecia de perguntar a origem das músicas. Numa tarde em que eu tive de ficar em casa – estava chovendo tanto nesse dia que na TV a defesa civil aconselhava que as pessoas não saíssem – eu fui praticamente forçado pelos meus amigos a ficar na sala e jogar o tal “Sombra do Colosso”. Eu já havia tomado conhecimento sobre o enredo, bem comum. Trata-se do sacrifício do herói para trazer a amada, morta, de volta a vida. Com um enredo assim eu não esperava muito do jogo, mas, nesse momento eu ainda estava aguardando enquanto Playstation o carregava.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/shadow_of_the_colossus_291091.png"><img class="alignright size-full wp-image-4634" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/shadow_of_the_colossus_291091.png" alt="shadow_of_the_colossus_291091" width="200" height="267" /></a></p>
<p>E eis que se inicia a abertura do jogo, a primeira cena mostra um céu cinzento cortado por um pássaro, eu imaginei nesse momento que quando a câmera descesse, haveria o maior quebra pau, com cortes estratégicos de ângulos de câmera e magias pra lá de devastadoras, mas não foi isso que eu vi. A cena era de uma simplicidade que me deixava embasbacado. Tratava-se pura e simplesmente de um homem, muito jovem, cavalgando um cavalo negro, atravessando a beirada de um penhasco, o pássaro passa próximo ao seu ombro, o jovem o percebe, mas logo volta sua atenção ao seu objetivo e segue o caminho. Nesse momento eu reconheci uma das músicas que eu sempre ouvia a noite, ela ajudava de forma belíssima a compor a cena do jovem que continuava a cavalgar de forma lenta seu cavalo, ao saltar por um enorme buraco que havia em seu caminho, nós podemos observar que há um corpo enrolado por num tecido em seu colo. Atravessando agora uma floresta, com um dos gráficos pra jogos mais lindos que já havia visto até então, ele seguia. Nada de grandes intrigas, revelações ou batalhas devastadoras, só esse cara, carregando o corpo de sua amada à um local específico. Os ângulos de câmera que formam a abertura conduzem de forma magistral nossos olhos para a mágica artística que é esse jogo. E a cadência da música acabou por destruir todo o preconceito que eu tinha, não se tratava de um jogo clichê. Na cena final desta abertura, ele atravessava uma enorme ponte em direção ao que parecia um castelo, ou templo. Uma das características que eu sempre noto ao me deparar com uma obra de arte, no caso, audiovisual, é o fato de que quando se encerra a exibição, você literalmente volta a si, percebe as noções geográficas ao seu redor, e não segura a vontade de olhar para outro espectador e dizer alguma coisa, nesse caso foi: &#8211; Porra&#8230;!</p>
<p style="text-align: center; "><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NBbH9qranas&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="300" src="http://www.youtube.com/v/NBbH9qranas&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Logo fui avisado de que ainda não havia acabado, e uma nova parte da abertura do jogo se da inicio. Ao entrar no templo em questão, o jovem põe o corpo de sua amada em uma espécie de altar, e após ser abordado por estranhas criaturas em forma de sombra, Wander, o protagonista, saca sua espada e as sombras desaparecem – tudo com planos primorosos e cenas longas como apenas existem em cinema de arte – nesse instante, o céu se abre e um forte raio de sol, acompanhado do som de duas vozes (uma masculina e outra feminina) compostas como uma, nos apresenta Dormin, um deus que o Wander parece conhecer. Após nos deixar a par do que busca ali (reviver Mono, a jovem que foi sacrificada), Wander recebe a tarefa de matar os Colossi, seres que habitam aquela região sagrada e proibida para os humanos, para isso ele deve usar a Ancient Sword, que é a que ele porta, pois essas criaturas nunca poderão morrer pela mão humana. Nesse instante o jogo se inicia.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/vgl_wander_mono.png"><img class="alignleft size-full wp-image-4668" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/vgl_wander_mono.png" alt="vgl_wander_mono" width="200" height="190" /></a></p>
<p>Ao longo desse dia nós (eu e uns 3 amigos) revezamos na procura e combate aos colossos. Quando você sai para encontrar alguma criatura, deve contar com a ajuda da espada, ao erguê-la, estando sob a luz do sol, vários feixes de luz são emitidos e ao apontá-los para local correto a se ir, eles fecham-se em um só. O cenário é lindo, cheio de belas planícies, acidentes geográficos, além de florestas tropicais pluviais e lagos.</p>
<p>Ao encontrar um colosso deve-se prestar bem atenção no cenário e no aspecto da criatura, é preciso muita lógica para se chegar aos seus “pontos fracos” – esses também sendo revelados pela espada – quando o jogador demora muito a encontrar um caminho para destruir a criatura, surge a voz de Dormin para auxiliá-lo com alguma dica. A busca pelas criaturas é um processo cauteloso e solitário. Em todo o jogo Wander só conta com a companhia de Agro, seu cavalo. Há também o recurso do mapa, que vai mudando o desenho ao longo do jogo, pois nos locais que há os colossos o desenho mostra nuvens e à medida que você vai vencendo-os, o mapa passa a mostrar imagens representando as criaturas mortas.</p>
<p>O que ocorre, é que ao se batalhar com algum dos colossos, nós temos o ápice em se tratando de vibração, principalmente quando se está jogando com vários amigos. A batalha épica é conduzida por musicas espetaculares, que passam longe dos new metal que enchem certos jogos de ação. O realismo na movimentação de Wander em interação com a criatura é impressionante e quando você consegue desvendar o caminho correto é uma vitória enorme. Garanto que se você jogar sem ver algum tutorial, seja em revista ou vídeos espalhados pela internet, depois de algumas horas seu raciocínio lógico se eleva consideravelmente.  Nesse dia eu não cheguei a zerar o jogo, porém eu fiquei louco pela idéia da trama e principalmente, super curioso quanto à produção.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IXlmwfHe1M4&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="300" src="http://www.youtube.com/v/IXlmwfHe1M4&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/250px-fumito_ueda1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4673" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/250px-fumito_ueda1.jpg" alt="250px-fumito_ueda" width="100" height="138" /></a></p>
<p>Fumito Ueda, designer, o produtor Kenji Kaido e o músico Kō Ōtani são os responsáveis pelo projeto. Depois de pesquisar descobri que a criação de SOTC teve início em outro jogo da Sony Computer Entertainment. O jogo, com características semelhantes a SOTC, também faz parte do currículo de Fumito Ueda e Kenji Kaido. Ico é um game de ação-aventura, que conta como protagonista um garoto de chifres, Ico, que por ter essa característica é considerado como mal pressagio e é aprisionado na masmorra de um castelo. Ao escapar e explorar o local ele conhece Yorda, a filha da rainha deste castelo. É revelado que a rainha pretende usar o corpo da filha para estender sua vida, e basicamente o jogo consiste na fuga dos dois, derrotando os homens-sombra e resolvendo enigmas. Este jogo teve lançamento para Playstation 2 em 2001 enquanto que Shadow of The Colossus é de 2005. Logo se nota as semelhanças nas ambientações dos dois jogos, além de uma comunicação gestual, livre de conversas.</p>
<p><a id="aptureLink_ahxKKZp9Z7" href="http://www.youtube.com/watch?v=YSXwreNIuYE"><img style="border: 0px initial initial" src="http://i.ytimg.com/vi/YSXwreNIuYE/hqdefault.jpg" alt="" width="400px" height="285px" /></a></p>
<p>Apesar de não ter sido um sucesso de vendas, como SOTC, Ico ganhou vários prêmios, sendo considerado jogo do ano pro várias publicações. O fato é que, depois de Ico, Fumito Ueda queria fazer um outro jogo marcante, e dessa vez que vendesse muito. Foi quando surgiu o projeto Nico, ou Next Ico. Ueda mostrou para o público na DICE Summit, um evento anual que ocorre em Las Vegas, Nevada, um vídeo demo em que quatro garotos, de chifres e máscaras, vêem a cavalo e abordam um enorme colosso para então destruí-lo. Depois de ter conseguido sinal verde para a produção, Ueda resolve mudar um pouquinho a historia. Segundo ele mesmo, fazer uma continuação de Ico nunca foi sua intenção, e na época usar o molde do personagem em questão era mais viável. E assim nasceu Shadow of The Colossus.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/sotc_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4683" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/sotc_2.jpg" alt="sotc_2" width="210" height="159" /></a></p>
<p>De quando eu descobri o jogo para cá, já o zerei 4 vezes, e não me canso de jogá-lo nunca. As ruínas que existem em partes da região e o designer das criaturas lembram muito artes pré-colombianas, como Asteca e maia, e a beleza dos cenários é tanta que muitas vezes me ocorreu jogar sem pretensão imediata de seguir a história, só para ficar explorando todo o local, o que não é má idéia já que há certos tipos de lagartos e frutas que aumentam respectivamente a força/resistência e a vida de Wander. As criaturas são bem diversas em formas e tamanho, há gigantescos humanóides que podem chegar a altura de prédios de 10 andares, e também há criaturas que se assemelham a bois ou leões, em forma e tamanho. Há dois colossos alados e o combate com essas criaturas é magnífico, para mim além desses, o colosso em forma de serpente gigante, que habita um extenso lago, também é um ótimo e inesquecível desafio. Alguns colossos não são tão ameaçadores e só atacam quando estão sendo realmente incomodados, o que dá a maior pena em matá-los. Quando você mata qualquer colosso, a música de ação para subitamente antes de você desferir o ultimo golpe, e logo em seguida se inicia uma música linda e bem melancólica, uma energia negra sai do corpo da criatura e invade o protagonista, que depois de sofrer o impacto, cai exausto no chão, a tela escurece e geralmente nesse momento podemos ouvir sussurros de Mono, o que indica que ela logo voltará à vida. Wander já acorda no Templo, e para cada colosso que ele mata um ídolo que orna o local é destruído e há um homem-sombra a olhá-lo caído no chão, além disso, seu aspecto físico vai se modificando, manchas negras vão cobrindo seu corpo que vai ficando cada vez mais pálido, seus olhos brilham semelhante aos olhos dos colossos e em dado momento notamos chifres saindo de sua cabeça.</p>
<p><strong>Aviso:</strong> se você não jogou, ou mesmo não jogou o suficiente e não quer spoilers, recomendo que pule o próximo parágrafo, porque é mil vezes melhor você descobrir o que será revelado aqui através do jogo.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/29323-128066-Quadratusjpg-620x.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4685" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/29323-128066-Quadratusjpg-620x.jpg" alt="29323-128066-Quadratusjpg-620x" width="250" height="188" /></a> Retornando à história ao se destruir o décimo segundo colosso, nos é mostrado que um grupo acaba de entrar na Região Proibida. Eles estão sendo liderados por Lorde Emon, um Xamã que é o dono da Ancient Sword, espada que Wander roubou antes de partir. No decorrer do jogo, quando estamos nos dirigindo para o décimo sexto e ultimo colosso, algo muito triste acontece. Wander e Agro devem passar por uma estreita ponte de pedra que acaba por ceder aos poucos, Agro percebe que não vão conseguir atravessar juntos e arremessa Wander para o outro lado. Wander, seguro, não pode fazer nada a não ser olhar Agro caindo muitos metros abaixo, em direção a um rio. Essa cena me deixou besta, eu até pressentia que até o final do jogo poderia acontecer alguma merda com o cavalo, mas sempre imaginei que por um colosso. Bem, depois de se recompor hora de enfrentar a ultima e mais difícil de todas as criaturas. Após destruir o ultimo colosso e ser atingido por sua energia negra, Wander acorda no Templo da Adoração, onde estão Lorde Emon e seus guerreiros. Emon nota o aspecto de Wander e o questiona se ele entende a loucura que cometeu. Mono havia sido sacrificada pois foi previsto que sua vida causaria muita desgraça. Com o mote de “o destino nunca pode ser mudado”, nos é confirmado que aquela região era a cela do deus Dormin. Há muito tempo Lord Emon o havia aprisionado lá e dividido seu poder em 16 partes, daí a origem dos colossos. Dormin usou Wander para reunir seu poder em um só corpo, e Wander depois de ser morto pelos guerreiros de Emon foi tomado pela energia negra e transformou-se em uma gigantesca criatura escura, o próprio Dormin. Nesse instante você pode jogar com Dormin, que não faz muita coisa além de socar o chão, rosnar e dar pequenos saltos, além de apanhar muito dos guerreiros. Lorde Emon consegue chegar a uma espécie de fonte no fundo do templo e sobe o caminho de volta. Antes de partir, ele arremessa a Ancient Sword pra baixo, em direção da fonte e grita: “Be gone foul Beast!”. A fonte emana uma energia azulada que suga a criatura, e ao que ela vai ficando mais próxima da fonte, seu aspecto vai ficando mais humano e ela começa a diminuir, nesse instante você também pode jogar, mas só o que pode fazer é tentar, sem muito êxito, fugir da sucção. Lorde Emon e seus guerreiros a cavalo seguem a enorme ponte, que vai se desmoronando, de volta a entrada/saída das terras proibidas. Voltamos então para o templo onde vemos Mono acordando. Ela desperta sem entender o que aconteceu e onde se encontra, nesse instante ocorre uma das cenas mais emocionantes. Agro entra lentamente, com a pata traseira machucada. Mono a acaricia e os créditos se iniciam, mostrando ao fundo todos os colossos mortos, um a um, numa fotografia que lembra muito filme antigo. Nesse momento, tive a impressão de ter acabado de ler um livro, uma epopéia. Mono e Agro dirigem-se até o fundo do templo, e na fonte, encontram um bebê de chifres, Mono o segura, e parece entender o que houve. Os três vão juntos à uma parte omitida do templo, um lugar divino onde pássaros cantam e um filhote de cervo se aproxima, indicando que o local agora tem vida. O Jogo se encerra com o mesmo pássaro que cortava os céus escuro no início, agora voando sob céus claros, mas logo rumando para outra tempestade, seria esse pássaro a representação da coragem dos bravos?</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/colossus1_large.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4688" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/09/colossus1_large.jpg" alt="colossus1_large" width="260" height="347" /></a></p>
<p>Depois de algum tempo, em entrevista Fumito Ueda revelou que na verdade SOTC não é uma continuação de Ico e sim o contrário, Ico seria um descendente de Wander.</p>
<p>Em abril de 2009, uma adaptação de Shadow of the Colossus para cinema teria sido confirmada pela Sony Pictures. Kevin Misher, o produtor dos filmes The Scorpion King e The Interpreter, está negociando a produção. O roteiro está sendo escrito por Justin Marks, que escreveu para Street Fighter: The Legend of Chun-Li. Não tive coragem de ver este ultimo filme de Street Fighter, por que achei o cast de um mal gosto que afrontava anos de fanatismo da minha parte pelos games, essa minha decisão foi reforçada após ver o trailer do filme, não que o anterior com Van Dame como Guiler tenha sido suportável. Eu entendo que é uma coisa muito difícil negociar com os japoneses esse tipo de adaptação, para eles é como se você só pudesse trabalhar com imagens, algumas músicas e partes dos nomes de alguns personagens, mas o enredo dificilmente eles liberam 100% para uma adaptação Hollywoodiana, forçando a fazer um filme americano a ser uma espécie de grande e destorcido comercial de um game japonês, mas mesmo sob essas condições, há como fazer um trabalho com o mínimo de dignidade como foi o caso de Silent Hill o filme, o problema é que os americanos insistem no mal gosto Insistem em achar que inovar é colocar características de outros gêneros em obras adaptadas, como foi o caso das adaptações de Resident Evil, onde o que se sentia quando se jogava os jogos passou longe do que sentimos ao ver os filmes repletos de golpes de kung fu da mila Jovovich. Shadow of The Colossus, como ele é no jogo é uma adaptação totalmente inviável, em minha humilde opinião, já que uma obra cinematográfica Hollywoodiana, pra ser um bom blockbuster – que é o que eles vão querer fazer – tem que ter ação para os meninos e romance para as meninas. Bem que nas horas que Wander e Agro forem em busca dos colossos poderia ter uns flashbacks do passado, onde nos mostraria como ele conheceu Mono, além do momento onde ele lutou para livrá-la do sacrifício, e roubou a espada Ancient Sword, mas tudo bem fragmentado, como em Lost. Eu sei que vai ficar bem diferente da idéia que o jogo propõe, mas acreditem, eles vão apelar para esse romance de uma forma ou de outra, e dessa maneira, acredito eu, estaremos com o menor dos males. Ou você prefere que o filme comece com Wander ainda conhecendo a Mono&#8230;<br />
Espero também, do fundo de minha alma, que os americanos não caguem o cast todo, não ponham atores carimbados, nem andrógenos de 40 anos para ser o Wander, e muito menos uma siliconada pra ser a Mono, por favor! Se eu fosse escolher alguém carimbado pra ser um personagem de SOTC o filme, escolheria o Tobin Bell (jogos Mortais) para fazer o Lorde Emon, por que é a cara. Só nos resta a esperança de que o filme seja pelo menos um 5° do que o jogo é.</p>
<p>Atualmente Ueda e CIA estão com o projeto TrIco, ou The Last Guardian, game que parece ser ambientado no mesmo universo de Ico e SOTC. Nesse jogo o protagonista é um menino que interage com uma criatura gigantesca, que lembra muito um grifo, Erne. Essa criatura está acorrentada e depois de liberada pelo garoto passa a seguir com ele sobrevivendo aos desafios e escapando para a liberdade plena, esse enredo parece nos redimir por tanta matança dos coitados colossos, dessa vez temos que defender um. A fotografia do jogo é linda, e a trilha sonora não passa embaixo da de SOTC.</p>
<p><a id="aptureLink_J4JCXIT013" href="http://www.youtube.com/watch?v=EHzHoMT5eRg"><img style="border: 0px initial initial" src="http://i.ytimg.com/vi/EHzHoMT5eRg/hqdefault.jpg" alt="" width="430px" height="285px" /></a></p>
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		<title>Street Fighter: The Later Years</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 02:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é a genial, empolgante e bem produzida série com 9 episódios que demonstra como os elementos que nos cercam durante nossa infância acabam se tornando parte de de nosso caráter, personalidade, atitude e bagagem cultural. Street Figther: The Later Years conta a história dos personagens da imortal franquia do game produzido pela Capcom nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Essa é a genial, empolgante e bem produzida série com 9 episódios que demonstra como os elementos que nos cercam durante nossa infância acabam se tornando parte de de nosso caráter, personalidade, atitude e bagagem cultural.</p>
<p><span id="more-1825"></span></p>
<p><em>Street Figther: The Later Years</em> conta a história dos personagens da imortal franquia do game produzido pela <em>Capcom</em> nos idos de 90. A produção dá uma visão bem descontraída e até mesmo profunda (sim, profunda) de como estes personagens estariam hoje em dia. Nesse universo paralelo de um mundo que já conhecemos bem, nos deparamos com Zangief, como um desempregado; Guile como um vendedor de cachorros quente; Dhalsim, com motorista de taxi (obvío); Mr Bizon como um aposentado em uma cadeira de rodas; Blanka como um eletricista; Ken como um funcionário da Capcom, e a lista não para. Os episódios são cheios de citações dos personagens que não couberam na produção. E citações também de alguns jogos que foram lançados dentro da franquia.</p>
<p>Abaixo você confere  os três primeiros episódios. Vá até o Youtube para conferir a série na integra.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="345" height="244" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D4KiSwwKGjM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="345" height="244" src="http://www.youtube.com/v/D4KiSwwKGjM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		<title>Spider-man: Web of Shadows</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 02:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é fã do cabeça de teia, daquele que esperava a banca abrir para comprar a próxima edição do aracnídeo, primeiramente, sempre desejou ver o personagem na telona, mas nós também queríamos outra coisa, queríamos ser o Homem-aranha! Mas na nossa época, com o Sega-saturno, Super-nintendo e afins… éramos obrigados a nos contentar com pouco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é fã do cabeça de teia, daquele que esperava a banca abrir para comprar a próxima edição do aracnídeo, primeiramente, sempre desejou ver o personagem na telona, mas nós também queríamos outra coisa, queríamos ser o Homem-aranha! Mas na nossa época, com o Sega-saturno, Super-nintendo e afins… éramos obrigados a nos contentar com pouco, o jogos antigos não chegavam nem perto daquilo que realmente queríamos, e nos contentávamos, imaginando que talvez estivéssemos pedindo demais. Mas a verdade é que não fazíamos ideia do que estava esperando por nós.<span id="more-1326"></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Os outros</strong></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1325" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/spidermanbackinblack_1_thumb.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1325" title="spidermanbackinblack_1_thumb" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/spidermanbackinblack_1_thumb-197x300.jpg" alt="spidermanbackinblack_1_thumb" width="117" height="164" /></a>Primeiro veio <em>Sam Raimi</em>, nos trazendo o Homem-aranha ao cinema pela primeira vez em 2002. Isso deixou os fãs extasiados. Daí vieram aqueles jogos para <em>Playtation</em> que era só seguir em frente. O jogo do Homem-aranha dois também não era nada demais. O game do terceiro filme era uma grande expectativa para todos os fãs, e por um lado foi muito interessante, pois pela primeira vez tínhamos um mundo aberto que podíamos ir para qualquer lugar, mas em compensação, o jogo era extremamente enfadonho. Daí então, começou a surgir na rede: <em>Web of Shadows!</em> Nem sequer quis criar muita expectativa para a decepção ser menor, então ele chegou…</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A descoberta</strong></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1317" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/91373.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1317" title="91373" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/91373-150x150.jpg" alt="91373" width="150" height="150" /></a>Confesso que eu não esperava tanto. A principio, comecei achando o jogo muito parecido com o anterior, acreditando ser mais limitando, porque agora os golpes não eram mais com o movimento do <em>wii remote</em>, depois pensei que isso era melhor mesmo, pois eu acabava com o meu braço para bater nos inimigos no jogo do Homem-aranha 3, e se passava uma hora e meia jogando, já não aguentava mais. Daí começaram a vir uns personagens ensinando uns golpes, uns treinamentos e comecei a pensar que seria enfadonho como o game anterior, mas a verdade é que depois desses treinamentos o negócio esquenta, e devo dizer que <em>DE JEITO NENHUM</em> da pra jogar esse game sem essa preparação, ela é essencial, e durante essa parte, você começa a perceber que o negócio é diferente, a jogabilidade começa a ficar muito interessante. Mais a frente no jogo, você começa a ter ação de tal forma, de tanta qualidade, que se você não estivesse jogando, diria que aquilo não era do jogo em sí, e sim uma cena de um dos vídeos da historia.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A jogabilidade</strong></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1318" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/147535.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1318" title="147535" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/147535-150x150.jpg" alt="147535" width="111" height="111" /></a>Os movimentos são fantásticos, você salta, pula, prega nas paredes, luta em todo lugar, até no ar!!! Tem hora que você não sabe mais nem onde que está o chão! São possibilidades que eu nunca vi antes em nenhum outro jogo, nem sequer imaginei que um dia poderia fazer em algum game. Os movimentos são realmente surpreendentes e inovadores, pela primeira vez na minha vida, eu não tinha mais dúvidas, eu era o Homem-aranha!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1321" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/20080725145519548.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1321" title="20080725145519548" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/20080725145519548-150x150.jpg" alt="20080725145519548" width="150" height="150" /></a>Quando temos que enfrentar o <em>Abutre</em> por exemplo, ele fica estrategicamente acima dos prédios <em>(porque diferentemente das histórias de Mcfarlane, nesse jogo, não da pra jogar teia nas nuvens e sair pulando)</em>, cercado de capangas, então temos que sair pulando, pisando em cada capanga, jogando teia neles, puxando, empurrando, até alcançar o Abutre. Nessa hora, acontece uma das batalhas mais impressionantes do game. Acima de todos os prédios, em cima do Abutre, enchendo o filho da mãe de porrada. Quando eu me vi jogando essa parte, percebi que realmente esse jogo era diferente.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A história</strong></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1316" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/91372.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1316" title="91372" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/91372-150x150.jpg" alt="91372" width="163" height="163" /></a>Nenhum outro game do cabeça de teia jamais teve uma história interessante, e convenhamos, raramente qualquer jogo têm, as empresas que produzem geralmente não dão muita atenção a essa parte da produção, querem saber mesmo é se o consumidor vai gostar de jogar. E a verdade é que eu sempre aceitei isso sem problemas. Mas não é que não tem boas histórias, e sim que é raro uma boa em um game. No entanto, <em>Web of Shadows</em> botou para <em>phoder</em>. A trama não tem nada a ver com os filmes, o jogo é bem puxado para o lado dos quadrinhos mesmo, e realmente, o Homem-aranha que você vê no jogo, é o Homem-aranha dos quadrinhos, nada daquelas historias bobinhas, nada disso, eles se preocuparam com essa parte da produção. E uma das coisas legais, é que o jogador também constrói a historia, no desenrolar dos acontecimentos, temos que tomar decisões que vão influenciar diretamente na trama. Você pode tomar decisões que vão lhe ajudar a fazer alianças com os vilões, e se prejudicar com os bonzinhos ou vice e versa. Essas decisões influenciam na forma como a população de <em>Manhattan</em> vai lhe tratar. A interatividade é muito bem construída.</p>
<p>Tudo começa com o Homem-aranha ajudando o <em>Luke Cage</em> a acabar com uma briga de gangues. Depois, coisas estranhas começam a acontecer, ele começa a ser atacado por  algumas pessoas que parecem meio possuídas. A verdade é que a ilha de <em>Manhattan</em> começa a ser invadida por simbiontes que começam a contaminar as pessoas, assim como os vilões e os herois. Em determinada altura da historia, não tem quase ninguém que não esteja contaminado. Você começa a ver cada vez menos pessoas na cidade, pessoas com simbionte sequestrando pessoas normais para transformarem-nas. Tudo começa a virar um caos. A partir daí, a <em>S.H.I.E.L.D</em> aparece, coloca <em>Manhattan</em> em quarentena e o cabeça de teia começa a fazer alianças com todos para deter essa invasão. Tem até uma parte que você tem que libertar o <em>Rhino</em> da prisão de segurança máxima. A evolução da história é visível e muito bem trabalhada.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1323" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/spider-man-web-of-shadows-20080724111418674.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1323 alignright" title="spider-man-web-of-shadows-20080724111418674" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/01/spider-man-web-of-shadows-20080724111418674-150x150.jpg" alt="spider-man-web-of-shadows-20080724111418674" width="129" height="129" /></a>Outros personagens que estão nessa serié de eventos é a Mary Jane, que diferentemente do que estamos acostumados a ver, ela aparece aqui como uma mulher bem mais forte e amadurecida; Wolverine, com quem chegamos a lutar lado a lado contra os simbiontes, o único personagem também com quem resolvi tomar a decião do Spider-man negro e acabei partindo o coitado ao meio, bem barra pesada; Black Cat; Electro; Kingpin; Moon Knight; Terrible Tinkerer; Venom e o Rei Do crime.</p>
<p>Eu joguei no Wii, mas esse jogo também foi lançado para <a title="Microsoft Windows" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Windows">Microsoft Windows</a>, <a title="Nintendo DS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nintendo_DS">Nintendo DS</a>, <a title="PlayStation 2" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PlayStation_2">PlayStation 2</a>, <a title="PlayStation 3" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PlayStation_3">PlayStation 3</a>, <a title="PlayStation Portable" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PlayStation_Portable">PlayStation Portable</a>, <a title="Xbox 360" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xbox_360">Xbox 360</a>, <a title="Wii" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wii">Wii</a>. Para cada plataforma, o game muda um pouco. Uns personagens que tem nos Consoles da Sony, não tem nos da Nintendo, e por aí vai…</p>
<p>Enfim, o jogo é de tirar o folego, de extrema qualidade em todos os aspectos <span style="text-decoration: line-through;">Apesar de alguns bugs</span>. O único perigo é você não perceber que já terminou e acabar pulando pela janela crente que vai soltar uma teia e sair se balançando por entre os prédios. No mais, é diversão garantida!!</p>
<p style="text-align: center;"><object width="462" height="293" data="http://www.youtube.com/v/qy24zTqqiUA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qy24zTqqiUA&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p style="text-align: center;">[nggallery id=7]</p>
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		<title>METROID PRIME: CORRUPTION</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 02:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse game fecha mais um arco de uma das franquias mais aclamadas e cultuadas de todos os tempos. Eleito por diversas vezes um dos 10 melhores jogos do gênero, e por mais vezes ainda O MELHOR jogo do gênero de todos os tempos, Metroid Prime 3, para WII, revoluciona a jogabilidade e a exploração. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse game fecha mais um arco de uma das franquias mais aclamadas e cultuadas de todos os tempos. Eleito por diversas vezes um dos 10 melhores jogos do gênero, e por mais vezes ainda O MELHOR jogo do gênero de todos os tempos, <em>Metroid Prime 3</em>, para <em>WII</em>, revoluciona a jogabilidade e a exploração.<span id="more-946"></span></p>
<p>Os acontecimentos se passam 6 meses depois de <em>Metroid Prime: Echoes</em>. <em>Dark Samus</em> está de volta no comando dos <em>Piratas Espa</em><em>ciais</em>, espalhando <em>Phazon</em> pelo universo. E <em>Samus Aran</em> tem a missão de acabar com ela de uma vez por todas, impedir que o <em>Phazon</em> tome conta dos planetas e corrompa a si mesma.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1005" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/12/samusaran.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1005" title="samusaran" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/12/samusaran.jpg" alt="" width="421" height="151" /></a></p>
<p>Apesar de todos estarem convencidos de que <em>Super Metroid</em> é o melhor jogo de toda a série, a maioria concorda que <em>Corruption</em> é o melhor deste arco. Com gráficos que não deixam a desejar, neste game, o jogador realmente se sente dentro da armadura ao ver o reflexo de Samus no visor do capacete. Sem contar a possibilidade de correr em uma direção e olhar para outras, o que não era possível em outros episódios da série, elevando ainda mais a dinâmica do jogo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-951" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/g-1859-f-663np477jl.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-951" title="g-1859-f-663np477jl" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/g-1859-f-663np477jl-150x150.jpg" alt="" width="103" height="103" /></a>Ainda criança, a pequena <em>Aran</em>, do planeta <em>SR388</em>, viu a colônia <em>K-2L</em>, onde nasceu, ser destruída pelos <em>Piratas Espacias.</em> Neste ínterim, ela acaba sendo salva pelo povo alienígena <em>Chozo</em> (Homens-Pássaro), que criaram-na desde então. Eles lhe concederam o sangue <em>Chozo</em> para que ela tivesse suas habilidades naturais e a ingressaram em um treinamento especial, onde com 14 anos de idade ganhou a <em>Power Suit</em>, sua armadura de combate (feita com base do esqueleto de um Chozo). Dessa forma, Samus fez missões que eram consideradas impossíveis, porém não terminou o treinamento de soldado da Federação Galática, tornando-se então uma caçadora de recompensas.</p>
<p>Logo no início da série <em>Prime</em>, os fãs ficaram extremamente assustados quando foi divulgado que o jogo seria em primeira pessoa. Todos imaginavam que seria uma espécie de Halo no estilo &#8220;<em>mattaaa tooodo muunnddo</em>&#8221; e vai em frente. No entanto, a <strong><em>Retro Studio</em></strong> surpreendeu no projeto e conseguiu agradar os fãs mantendo o estilo do jogo apesar da nova jogabilidade, deixando todos admirados e satisfeitos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-952" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/blue_flames_metroid_wallpaper_by_kironohasama.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-952" title="blue_flames_metroid_wallpaper_by_kironohasama" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/blue_flames_metroid_wallpaper_by_kironohasama-150x150.jpg" alt="" width="121" height="121" /></a>Metroid 3 mantêm o nível com sua belíssima trilha sonora, seus detalhes e seus desafios. Este game realmente é para quem gosta de saborear o prazer de uma nova descoberta e o espírito de explorador. Um verdadeiro quebra cabeça do começo ao fim, tal qual o aclamado &#8220;Super Metroid&#8221; do <em>SNES</em>.</p>
<p>CORRUPTION eleva a série a um nível quase que filosófico ao colocar dentro da própria Samus seu maior perigo e seu maior poder. Levando o jogador a se corromper quando se depara com um grande perigo, fazendo com que ele assuma a forma daquilo que pode lhe destruir quando entra em <em>Hypermode</em>.</p>
<p>A série <em>Prime</em> nunca foi considerada pela Nintendo, nem pelos fãs, um <em>FPS</em> (First Person Shotter), e sim um novo gênero: um <em>FPA</em> (First Person Adventure), por seu diferencial ao focar em missões exploratórias mais que em chacinas. E apesar disso, o jogo consegue manter um bom nível de ação com doses equilibradas, sem perder seu foco principal, a exploração.</p>
<p>Quando eu tinha 8 anos e ganhei meu <em>Super Nintendo</em> (com certeza o dia mais feliz da minha infância), o que mais me fascinou entre todos os outros jogos foi &#8220;Super Metroid&#8221;. Vocês deviam ver a minha cara quando descobri que a série nunca parou. Esperei dois anos e meio depois que o Nintendo Wii foi lançado, até ter condições de poder comprar o meu e me deliciar com esse jogo novamente. Sem dúvida nenhuma esse é o game mais fantástico que joguei em toda a minha vida, e é um enorme prazer estar podendo resenhar ele aqui neste blog. Então se você tem alguma dúvida, eu digo que <em>Metroid</em> é uma excelente série e que me emocionou por muitos anos e ainda hoje me deixa muito feliz toda vez que seguro meu <em>Wii-mote</em>.</p>

<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/metroid-prime-corruption/destaquemetroid/' title='destaquemetroid'>destaquemetroid</a>
<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/metroid-prime-corruption/super-metroid-boite/' title='super-metroid-boite'>super-metroid-boite</a>
<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/metroid-prime-corruption/g-1859-f-663np477jl/' title='g-1859-f-663np477jl'>g-1859-f-663np477jl</a>
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<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/metroid-prime-corruption/samusaran/' title='samusaran'>samusaran</a>

<p style="text-align: center;"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/t-A5uf09Xt0&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/t-A5uf09Xt0&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>CRYSIS: Maximum Game!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 19:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asfixia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PC Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Pedro Dantas É meus amigos, saibam que quando ouvirem isso, estarão entrando em um dos melhores games da atualidade. Este é Crysis, um jogo e tanto, produzido pela Crytech em parceria com uma empresinha de games que quase ninguém ouviu falar&#8230; uma tal de Eletronic Arts, ou EA Games, como preferir. Tendo estes dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><span style="font-style: normal;">Por:</span> Pedro Dantas</strong></em></p>
<p>É meus amigos, saibam que quando ouvirem isso, estarão entrando em um dos melhores games da atualidade. Este é Crysis, um jogo e tanto, produzido pela Crytech em parceria com uma empresinha de games que quase ninguém ouviu falar&#8230; uma tal de Eletronic Arts, ou EA Games, como preferir. Tendo estes dois nomes juntos, podem ter certeza que o game vai ser daqueles. Vamos ressaltar alguns pontos interessantes antes de falar do game.<br />
<span id="more-270"></span></p>
<p><strong>Maximum strength!</strong><br />
A primeira coisa que vem à minha mente quando se fala de Crysis é a qualidade de seus gráficos, é de um realismo impressionante, digo isso também pelas empresas que produzem placas de vídeo pra computadores, elas tiveram que fazer hora extra para acompanhar esse game. Em uma avaliação onde se testam questões técnicas que nunca seriam usadas por um jogador, como por exemplo 100 fps (quadros por segundo) com resolução máxima e todos os níveis de detalhes no máximo, foi descoberto que no lançamento de Crysis não havia no mercado nenhuma placa de vídeo que chegasse a isso sozinha. Mas não precisam se assustar, isso não quer dizer que vocês vão precisar de uma super placa e um super computador para rodar o jogo. Um core 2 duo, com 1 Gb de RAM e uma placa de vídeo Geforce 8600 gt (á propósito  é a placa que eu uso) já rodam o jogo bem, claro que não dá pra desfrutar do melhor de seus gráficos, mas esse jogo está muito longe de ficar só na parte técnica.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-272" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/1172275479eg91.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-272" title="1172275479eg91" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/1172275479eg91.jpg" alt="" width="450" height="270" /></a></p>
<p><strong>Maximum speed!</strong><br />
<a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/931665_20070711_screen002.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-277" title="931665_20070711_screen002" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/931665_20070711_screen002-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O roteiro do game é bem legal, apesar de eu não achar muito criativo (explico isso mais tarde): No ano de 2021 um meteoro cai em uma ilha tropical no meio de nada e là foram os cientistas atrás desse meteoro, estudá-lo, porem os koreanos invadiram a ilha e tomaram tudo na mais clássica sede de poder, porém uma cientista, a Doutora Rosentall, consegue contato relatando o acontecido e um belo extra, que o meteoro tinha um algo mais (tipo kinderovo, sabe?), mas sem entrar em detalhes. Assim os EUA (nossa que novidade&#8230;) enviam uma equipe com o que há de melhor em termos de armamento e a armadura que é a alma do game, com a qual você pode ficar invisível, a prova de balas, com super-força, super-velocidade, regenerar-se e ainda resistir a um frio digno do pólo norte, mas, é tem sempre um “mas”, tudo isso dura pouco, e você tem que ser estratégico para se recuperar enquanto o tiroteio acontece. Com esse equipamento você (Nomad) e a equipe com Psycho NONONO, NONONO e liderada pro Prophet vão resgatar a cientista e sua equipe e, é claro, treinar tiro nos koreanos, mas você e sua equipe começam a se deparar com coisas muito estranhas, tipo um colega da equipe morto como se fosse um nada, e o barco dos cientistas congelado no meio da ilha, esse fator é culpa de um terceiro ponto na história. Você vai enfrentar aliens, é verdade. Igualzinho ao filme do Predador onde uma equipe de super-soldados é enviada para matar uns soldadinhos e tem que enfrentar um alienígena bem preparado.  Mas com você a coisa vai ficar bem mais feia, você e sua equipe vão ter que enfrentar uma invasão alienígena com os Koreanos para atrapalhar.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/village-01.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-273" title="village-01" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2008/11/village-01-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong>Cloak engaged!</strong><br />
O game é realmente muito bom. Daqueles que ficam na cabeça da gente por muito tempo, talvez por ter cara de filme com um trabalho realmente fantástico de produção. Onde, por exemplo, em um roteiro não muito criativo foi dada uma grandiosidade muito legal, pois quando mais você joga, mais emocionante o jogo fica, além de uma riqueza de detalhes que não deixa nada a desejar ao mais crítico dos jogadores. Bom galera, é isso. Boa sorte e boa mira.</p>

<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/maximum-game/official_1_1440x900/' title='official_1_1440x900'>official_1_1440x900</a>
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<a href='http://www.asfixia.net/asfixia/maximum-game/destaquecrysis/' title='Crysis'>Crysis</a>

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<p style="text-align: center;"><object width="395" height="320" data="http://www.youtube.com/v/IFz2evkDvxk&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IFz2evkDvxk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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