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	<title>Asfixia &#187; futuro</title>
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		<title>Perigo Iminente: atualizando as previsões de Manoel Dantas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 04:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Azevedo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há cem anos, o jornalista potiguar Manoel Dantas, num arroubo de criatividade, fez um exercício que muito agradaria ao escritor Júlio Verne. Manoel Dantas proferiu uma conferência no Salão de Honra do Palácio do Governo, no dia 21 de março de 1909, sobre como seria Natal 50 anos no futuro. Nas palavras do jornalista, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Há cem anos, o jornalista potiguar Manoel Dantas, num arroubo de criatividade, fez um exercício que muito agradaria ao escritor Júlio Verne.<br />
Manoel Dantas proferiu uma conferência no Salão de Honra do Palácio do Governo, no dia 21 de março de 1909, sobre como seria Natal 50 anos no futuro.</p>
<p><span id="more-3113"></span><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Manoel_Dantas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3114" title="Manoel_Dantas" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Manoel_Dantas.jpg" alt="Manoel_Dantas" width="172" height="153" /></a>Nas palavras do jornalista, ao redor do morro Perigo Iminente (Morro do Tirol) estariam luxuosos hotéis, cassinos, teatros aos quais o visitante poderia chegar por diversos meios de transporte, como “tubos pneumáticos, aeroplanos, tramways e ascensores elétricos”; o prédio que abrigava o jornal A República, na Ribeira, teria vinte andares e em seu cume um grande mostrador anunciaria “de minuto em minuto” as notícias do mundo inteiro; uma <a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Nataldaquia50anos.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3115" title="Nataldaquia50anos" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Nataldaquia50anos.jpg" alt="Nataldaquia50anos" width="135" height="186" /></a>cidade iria surgir “do outro lado do Potengi, cortado de pontes”; e a seca do sertão seria finalmente vencida pela tecnologia.<br />
Todos sabemos que em 1959 muitas dessas “previsões” de Manoel Dantas nem sequer foram vislumbradas, mas algumas delas são muito atuais no século XXI.<br />
Tendo em vista esse mote, a publicitária Flávia Assaf e o poeta Adriano de Sousa convidaram vários intelectuais e artistas do Rio Grande do Norte para que escrevessem as suas impressões de uma Natal no ano de 2059.<br />
Todos esses artigos, somados a uma história em quadrinhos, feita pelo jovem Gabriel “Actraiser” Andrade, são o repertório da revista Perigo Iminente, que será lançada hoje, dia 22 de junho, na Livraria Siciliano, do Midway Mall, às 19:00 horas.<br />
Vamos abraçar as diversas visões hodiernas de um futuro para a nossa cidade, e viver para saber as que irão vingar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Lançamento_PI.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3116" title="Lançamento_PI" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/Lançamento_PI.jpg" alt="Lançamento_PI" width="356" height="456" /></a></p>
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		<title>O paradoxo John Connor</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 16:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Alexandre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao analisar a franquia “O Exterminador do Futuro” (Terminator), nos deparamos com certas incoerências no roteiro, em termos cronológicos, a Skaynet e o prórpio John Connor não existiriam sem viagens de seres de um tempo num futuro em que ambos “já” existem. O decorrer dos filmes nos mostra que a criação de autoconsciência na Skynet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao analisar a franquia “O Exterminador do Futuro” (Terminator), nos deparamos com certas incoerências no roteiro, em termos cronológicos, a Skaynet e o prórpio John Connor não existiriam sem viagens de seres de um tempo num futuro em que ambos “já” existem. O decorrer dos filmes nos mostra que a criação de autoconsciência na Skynet, e a decisão da mesma sobre o futuro da humanidade era algo inevitável e independente dos processadores ou braços mecânicos encontrados nas fabricas Cyberdyne, mas e John Connor? Como é que alguém pode existir, antes de seu pai nascer?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Antes de nos aventurarmos no entendimento desse paradoxo, devemos levar em conta alguns conceitos de percepção temporal.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tentando ao máximo simplificar os paradigmas temporais, temos o presente, passado e futuro como indicadores de fenômenos, auxiliando o conceito de causa e efeito. Se temos como existência aquilo que percebemos, tocamos ou sentimos de alguma forma, só existe o presente, nós só existimos sempre no presente, não podemos tocar algo no passado, mesmo sendo algo antigo, esta coisa está aqui, agora. O passado nos é apresentado incerto, dependente de provas muitas vezes, e ainda mais de nossa memória, sendo assim passivo de alteração. O que de fato não existe é o futuro. Ele é extremamente incerto, podendo uma pessoa prever certo evento isolado, porém nunca em sua totalidade, não existimos no futuro, pois sempre estamos no presente. Com isso, temos Kyle Reese e seu presente em 2029, guerreiro da resistência, se ofereceu para ir a 1984, salvar Sara Connor, a mãe do homem que lideraria a humanidade contra as máquinas. 1984 agora era o presente para Kyle Reese, como conseqüência de sua viajem, o ano de 2029 que ele conhecia não era mais o seu futuro, nem o de ninguém da raça humana; 2029 adquiria características de um passado breve. Para qualquer expectador do filme, Kyle havia vindo do futuro, porém para as percepções do mesmo, ele veio do passado, o futuro era incerto, dependendo não somente do sucesso da sua missão, mas também da capacidade de sedução sobre Sara Connor e sua conseqüência.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Segundo Sara Connor, Kyle Reese era o pai de John Connor, essa certeza provavelmente se deu por ela não ter contato intimo com nenhum homem durante os meses que sucederam os eventos da vinda do primeiro exterminador, com isso qual John Connor existia no passado/futuro alternativo, que veio Kyle Reese? A resposta é simples, nenhum.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Kyle Reese viajou para 1984 com uma missão certa, proteger a mãe de John Connor, porém esse evento geraria “O John Connor”, um homem preparado “pela mãe” desde cedo, para liderar a humanidade. Mas, e o 1984 sem a viagem de Kyle? O que ocorreria se o pai de John Connor não tivesse viajado para “o passado”? Lembrando que essa realidade faz parte do universo de origem de Kyle Reese:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>Sara Connor, não teria motivo algum para treinar um filho desde cedo para liderar a humanidade contra o que quer que seja. Considerando o que temos da mesma no primeiro filme, seria uma mulher conformista com seu emprego de garçonete e namorados irresponsáveis, embora tudo isso, se seguisse sem sofrer nenhum trauma forte, manteria a lucidez e não haveria mínima possibilidade da mesma treinar qualquer um de seus rebentos para um apocalipse cibernético.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>John Connor não seria o filho treinado para o futuro, pois ninguém voltou no tempo para avisar ninguém sobre o que ocorreria, muito menos para fins sexuais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>A Skynet ficaria autoconsciente de qualquer jeito, logo, a humanidade estava condenada, um a mais, um a menos não influenciaria nos cálculos que levarão o computador a decidir por “exterminação”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O homem é político, e a política é um tipo especial de loucura, pois o louco aponta o que não existe e é ignorado, já o político aponta o que não existe e é ovacionado. Os mitos surgem quando a humanidade mais precisa, e num momento de desespero, onde a raça humana estava sendo dizimada, onde crânios enchiam as ruas e os que quisessem sobreviver deveriam se esconder como ratos, alguém, seja gênio ou louco, porém certamente um político, criou o Mito, John Connor, e fez com que vários, inclusive Kyle Reese, acreditassem em sua existência, porém não só isso, enganaram até as máquinas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em uma das passagens do filme “Exterminador do Futuro”, o primeiro da franquia, Kyle afirma que as máquinas não tinham registro algum sobre a família de Sara Connor, ele estava com a vantagem pois possuía a foto. Graças a isso, o primeiro exterminador mandado massacrou em ordem alfabética, todas as Sara Connor que haviam naquela cidade. Pensemos então, se as máquinas não possuíam registros de ninguém da família de Sara Connor então, não havia registro de John Connor, de outra forma, não haveria motivos para voltar e matar a Mãe, se a ameaça real era o filho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas e a foto que Kyle trazia, e a afirmação do mesmo ter sido treinado pelo próprio John Connor, como esclarecer isso?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O nome John Connor poderia ter sido usado por qualquer guerreiro que fizesse parte do núcleo que criou o mito, e de fato esse guerreiro, que até poderia ser eu, você ou mesmo algum mexicano que teve a vida difícil na fronteira dos EUA, e quando criança para sobreviver tirava fotos de estradeiros e turistas e vendia por 5 ou 4 dólares. Talvez ele até tenha uma foto antiga de uma linda loira que não quis pagar nada, e ele guardou por recordação, muita coisa pode acontecer nesses mundos de realidade alternativa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma grande prova que John Connor não existia no universo futuro do primeiro filme da franquia é que o mesmo não aparece em nenhum flahs back do Kyle, nem mesmo no sonho de Sara, sendo visto somente no início do segundo filme, onde sua existência estava garantida.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não sei se essa era a real intenção de James Cameron, mas mergulhei na franquia nos últimos dias, e quando põem um sudoku na minha frente, eu num sossego enquanto não resolvo.</div>
<p>Ao analisar a franquia “O Exterminador do Futuro” (Terminator), nos deparamos com certas incoerências no roteiro, em termos cronológicos, a Skaynet e o prórpio John Connor não existiriam sem viagens de seres de um tempo num futuro em que ambos “já” existem.<span id="more-2797"></span> <a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/EdFurlong2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2803" title="EdFurlong2" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/EdFurlong2-239x300.jpg" alt="EdFurlong2" width="239" height="300" /></a>O decorrer dos filmes nos mostra que a criação de autoconsciência na Skynet, e a decisão da mesma sobre o futuro da humanidade era algo inevitável e independente dos processadores ou braços mecânicos encontrados nas fabricas Cyberdyne, mas e John Connor? Como é que alguém pode existir, antes de seu pai nascer?</p>
<p>Antes de nos aventurarmos no entendimento desse paradoxo, devemos levar em conta alguns conceitos de percepção temporal.</p>
<p>Tentando ao máximo simplificar os paradigmas temporais, temos o presente, passado e futuro como indicadores de fenômenos, auxiliando o conceito de causa e efeito. Se temos como existência aquilo que percebemos, tocamos ou sentimos de alguma forma, só existe o presente, nós só existimos sempre no presente, não podemos tocar algo no passado, mesmo sendo algo antigo, esta coisa está aqui, agora. O passado nos é apresentado incerto, dependente de provas muitas vezes, e ainda mais de nossa memória, sendo assim passivo de alteração. O que de fato não existe é o futuro. Ele é extremamente incerto, podendo uma pessoa prever certo evento isolado, porém nunca em sua totalidade, não existimos no futuro, pois sempre estamos no presente. Com isso, temos Kyle Reese e seu presente em 2029, guerreiro da resistência, se ofereceu para ir a 1984, salvar Sara Connor, a mãe do homem que lideraria a humanidade contra as máquinas. 1984 agora era o presente para Kyle Reese, como conseqüência de sua viajem, o ano de 2029 que ele conhecia não era mais o seu futuro, nem o de ninguém da raça humana; 2029 adquiria características de um passado breve. Para qualquer expectador do filme, Kyle havia vindo do futuro, porém para as percepções do mesmo, ele veio do passado, o futuro era incerto, dependendo não somente do sucesso da sua missão, mas também da capacidade de sedução sobre Sara Connor e sua consequência.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminatormovieposter018.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2807" title="terminatormovieposter018" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminatormovieposter018-150x150.jpg" alt="terminatormovieposter018" width="150" height="150" /></a>Segundo Sara Connor, Kyle Reese era o pai de John Connor, essa certeza provavelmente se deu por ela não ter contato intimo com nenhum homem durante os meses que sucederam os eventos da vinda do primeiro exterminador, com isso qual John Connor existia no passado/futuro alternativo, que veio Kyle Reese? A resposta é simples, nenhum.</p>
<p>Kyle Reese viajou para 1984 com uma missão certa, proteger a mãe de John Connor, porém esse evento geraria “O John Connor”, um homem preparado “pela mãe” desde cedo, para liderar a humanidade. Mas, e o 1984 sem a viagem de Kyle? O que ocorreria se o pai de John Connor não tivesse viajado para “o passado”? Lembrando que essa realidade faz parte do universo de origem de Kyle Reese:</p>
<p><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>Sara Connor, não teria motivo algum para treinar um filho desde cedo para liderar a humanidade contra o que quer que seja. Considerando o que temos da mesma no primeiro filme, seria uma mulher conformista com seu emprego de garçonete e namorados irresponsáveis, embora tudo isso, se seguisse sem sofrer nenhum trauma forte, manteria a lucidez e não haveria mínima possibilidade da mesma treinar qualquer um de seus rebentos para um apocalipse cibernético.</p>
<p><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>John Connor não seria o filho treinado para o futuro, pois ninguém voltou no tempo para avisar ninguém sobre o que ocorreria, muito menos para fins sexuais.</p>
<p><span style="white-space: pre;"> </span>•<span style="white-space: pre;"> </span>A Skynet ficaria autoconsciente de qualquer jeito, logo, a humanidade estava condenada, um a mais, um a menos não influenciaria nos cálculos que levarão o computador a decidir por “exterminação”.</p>
<p><a href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/pictures_kylereese_1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2801" title="_pictures_kylereese_1" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/pictures_kylereese_1-150x150.jpg" alt="_pictures_kylereese_1" width="150" height="150" /></a>O homem é político, e a política é um tipo especial de loucura, pois o louco aponta o que não existe e é ignorado, já o político aponta o que não existe e é ovacionado. Os mitos surgem quando a humanidade mais precisa, e num momento de desespero, onde a raça humana estava sendo dizimada, onde crânios enchiam as ruas e os que quisessem sobreviver deveriam se esconder como ratos, alguém, seja gênio ou louco, porém certamente um político, criou o Mito, John Connor, e fez com que vários, inclusive Kyle Reese, acreditassem em sua existência, porém não só isso, enganaram até as máquinas.</p>
<p>Em uma das passagens do filme “Exterminador do Futuro”, o primeiro da franquia, Kyle afirma que as máquinas não tinham registro algum sobre a família de Sara Connor, ele estava com a vantagem pois possuía a foto. Graças a isso, o primeiro exterminador mandado massacrou em ordem alfabética, todas as Sara Connor que haviam naquela cidade. Pensemos então, se as máquinas não possuíam registros de ninguém da família de Sara Connor então, não havia registro de John Connor, de outra forma, não haveria motivos para voltar e matar a Mãe, se a ameaça real era o filho.</p>
<p>Mas e a foto que Kyle trazia, e a afirmação do mesmo ter sido treinado pelo próprio John Connor, como esclarecer isso?</p>
<p>O nome John Connor poderia ter sido usado por qualquer guerreiro que fizesse parte do núcleo que criou o mito, e de fato esse guerreiro, que até poderia ser eu, você ou mesmo algum mexicano que teve a vida difícil na fronteira dos EUA, e quando criança para sobreviver tirava fotos de estradeiros e turistas e vendia por 5 ou 4 dólares. Talvez ele até tenha uma foto antiga de uma linda loira que não quis pagar nada, e ele guardou por recordação, muita coisa pode acontecer nesses mundos de realidade alternativa.</p>
<p>Uma grande prova que John Connor não existia no universo futuro do primeiro filme da franquia é que o mesmo não aparece em nenhum flahs back do Kyle, nem mesmo no sonho de Sara, sendo visto somente no início do segundo filme, onde sua existência estava garantida.</p>
<p>Não sei se essa era a real intenção de James Cameron, mas mergulhei na franquia nos últimos dias, e quando põem um sudoku na minha frente, eu num sossego enquanto não resolvo.</p>
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		<title>T4: Vamos fingir que deu certo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 23:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminator inicia a nova série de sua franquia cheio de altos e baixos, cometendo vários erros e mostrando que não esta &#8220;além do bom e do mal&#8221;. Neste filme, o diretor McG ousa assumir a difícil missão de agradar a todos ao tentar deseperadamente transformar um roteiro mediano em algo bom. Apesar do diretor ter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Terminator</em> inicia a nova série de sua franquia cheio de altos e baixos, cometendo vários erros e mostrando que não esta &#8220;além do bom e do mal&#8221;. Neste filme, o diretor <em>McG</em> ousa assumir a difícil missão de agradar a todos ao tentar deseperadamente transformar um roteiro mediano em algo bom.</p>
<p><span id="more-2610"></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2616" href="http://www.asfixia.net/asfixia/t4-vamos-fingir-que-deu-certo/terminator-salvation_1jpg/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2616" title="terminator-salvation_1jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminator-salvation_1jpg-150x150.jpg" alt="terminator-salvation_1jpg" width="150" height="150" /></a>Apesar do diretor ter uma filmografia que não anima ninguém (As Panteras por exemplo), foi interessante ver que ele conseguiu construir cenas realmente muito boas no filme. Logo no começo ele desenvolve tomadas que eu nunca tinha visto antes no cinema. O problema é que com o tempo, parece que ele cansa e acaba desistindo de desenvolver estas cenas no decorrer do filme. Christian Bale fez o trabalho dele como ator, e como sempre não fez feio, mas é a primeira vez em anos que eu vejo ele pegar um projeto de qualidade duvidosa. Agora eu entendo o porque de ele estar tão hesitante nas entrevistas sobre este filme e sua sequência.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2635" href="http://www.asfixia.net/asfixia/t4-vamos-fingir-que-deu-certo/t4-25jpg1/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2635" title="t4-25jpg1" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/t4-25jpg1-150x150.jpg" alt="t4-25jpg1" width="150" height="150" /></a>É bom deixar claro também que esse é um filme de ação, não espere nada além disso. O filme não envolve. Eu fiquei lá sentado, assistindo e tal, vez ou outra eu dizia: &#8220;olha que legal&#8221;, mas não me prendeu na cadeira nem me deixou com o coração na mão. Até a cena das motos o filme andou muito bem e eu fiquei imaginado que a qualquer momento iria começar a me sentir envolvido. O fato é que depois dessa cena, tudo começa a desandar de uma maneira inacreditável. Parece que o pessoal só queria mesmo era seguir o roteiro e acabar logo com aquilo.</p>
<p>A história deixou muitas pontas soltas pelo caminho na tentativa de chegar logo ao final sem se dar ao trabalho de tentar nos fazer pensar. Vários clichês ridículos aparecem na história, até a velha e boa explicação do plano do vilão ao mocinho no final, para que este tenha a oportunidade de salvar o dia; a velha tecnica de transformar o comando da missão em bons filhos da puta para mostrar o quão Connor é foda por estar certo e eles errados; sem contar a manjada cena que mostra os superiores dele levando a &#8220;lição que merecem&#8221; por serem uns sacanas. A direção de arte com certeza vai conseguir vender muitos bonecos e a fotografia não está nada demais. Este filme não tinha um diferencial como no primeiro e no segundo da franquia.</p>
<p><span><a rel="attachment wp-att-2642" href="http://www.asfixia.net/asfixia/t4-vamos-fingir-que-deu-certo/hr_terminator_salvation_6jpg1/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2642" title="hr_terminator_salvation_6jpg1" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/hr_terminator_salvation_6jpg1-150x150.jpg" alt="hr_terminator_salvation_6jpg1" width="150" height="150" /></a>Foi uma surpresa ver </span><em>Anton Yelchin</em><span>, que pouco antes havia dado as caras em </span><strong>Star Trek</strong><span> no papel de </span><em>Pavel Chekov</em> (o russo com problemas de sotaque), fazendo  <em>Kyle Reese</em>, o pai de <em>John Connor</em>. E claro, foi extremamente gratificante ver o seu, o meu, o nosso: <span><em>Schwarzenegger Schwarzenegger Schwarzenegger, </em></span>na cena que por acaso, ficou muito bem feita e não decepcionou. Talvez algumas pessoas estranhem, não porque ficou ruim, mas porque eles colocaram o <span><em>Schwarzenegger </em></span>jovem, do primeiro filme, e não o acabadão do terceiro, com o qual estamos acostumados hoje em dia.</p>
<p>Na minha opinião T4 não merece mais do que três estrelinhas, e se tiver que ganhar uma continuação, espero que decidam fazer um roteiro e uma direção muito mais maduras do que a de T4. No entanto, se você desligar o cérebro vira um filme excelente, mas com certeza ele <strong>nunca</strong> vai ser melhor que o 1 e o 2, e duvido muito que os próximos (se tiver), também serão. Mas quem quiser uma sequência, é só rezar para que ninguém perceba que esse filme não ficou tão bom quanto deveria.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="430" height="280" data="http://www.youtube.com/v/ePl2HL32Foc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ePl2HL32Foc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Exterminador do Futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 03:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sétima Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a estréia de Terminator: Salvation esta semana, no dia 05 de junho, e sabendo que este será um filme cheio de citações para tentar deixar todos os fãs satisfeitos, nada melhor do que refrescarmos a memória para não escapar nada nessa nova sequência da franquia. The Terminator, conhecido pelos brasileiros pelo nome &#8220;O Exterminador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a estréia de <strong>Terminator: Salvation</strong> esta semana, no dia <em>05 de junho</em>, e sabendo que este será um filme cheio de citações para tentar deixar todos os fãs satisfeitos, nada melhor do que refrescarmos a memória para não escapar nada nessa nova sequência da franquia.<span id="more-2568"></span></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2571" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro-poster02jpg.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2571" title="exterminador-do-futuro-poster02jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro-poster02jpg-150x150.jpg" alt="exterminador-do-futuro-poster02jpg" width="150" height="150" /></a>The Terminator</strong>, conhecido pelos brasileiros pelo nome &#8220;<strong>O Exterminador do Futuro</strong>&#8221; e da galera de Portugal por &#8220;<strong>O Exterminador Implacável</strong>&#8220;, chegou aos cinemas em 1984 e tinha tudo pra dar errado: Um diretor que ninguém conhecia (James Cameron), um orçamento ridículo, atores coadjuvantes sem muito talento e com um cabelo <em>style</em>, (mas que naquela época bombava!) e um ator principal que não sabia nem falar inglês, muito menos atuar.</p>
<p>Mas&#8230; não é que deu certo? O diretor fez um belo trabalho e a atuação (ou a falta dela) de <span>Schwarzenegger encaixou perfeitamente em um robô.</span> E não só o filme se deu bem no meio de todo esse caos como a franquia se tornou uma das mais lucrativas daquela época até hoje. E de quebra, ainda Ajudou a eleger o simpaticíssimo <em>Arnold Schwarzenegger</em><span> (que sempre adorou política) para governador.</span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2593" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminator-1jpg.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2593" title="terminator-1jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminator-1jpg-150x150.jpg" alt="terminator-1jpg" width="150" height="150" /></a>A trilogia acabou trazendo para os espectadores, efeitos especiais inovadores e um argumento bem original na época, mas que hoje talvez não seja pelo fato de tanta gente ter tentado fazer dinheiro com este tipo de roteiro, como se fosse uma mina de carvão. Mas tudo bem, afinal, nem tudo são flores, nem mesmo na trilogia original com o esmagador  <em>Schwarzenegger</em> (esse nome é massa!).</p>
<p>No primeiro filme de 1984 veio aquele brucutú com cara de mau e com bunda pra fora metendo o pé na porta e tapa na cara de todo mundo, afinal tinha que compensar a falta de orçamento com alguma coisa né? Um filme desse, na década de 80, não tinha como dar errado. Mas a pose toda não era à toa, esse cara aí nada mais era que um ciborgue (tecido vivo por cima de um esqueleto de andróide) com inteligência artificial designado Cyberdyne Systems Model 101 &#8211; 800 Series Terminator. Ele veio do ano de 2029 e tinha a missão de caçar e eliminar <em>Sarah Connor</em> (Linda Hamilton), que em breve engravidaria do principal líder guerilheiro humano na revolta contra as máquinas, depois que elas resolvessem se rebelar contra os humanos no futuro. Nisso, os humanos enviam <em>Kyle Reese</em><span> (Michael Biehl) para proteger a mãe do futuro líder da resistência, com quem ele acaba se envolvendo, e vejam só, não é que ele acaba sendo o pai de </span><em>John Connor</em><span>? Que massa!</span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2573" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro2-poster02jpg.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2573" title="exterminador-do-futuro2-poster02jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro2-poster02jpg-150x150.jpg" alt="exterminador-do-futuro2-poster02jpg" width="150" height="150" /></a>Em 1991, no segundo filme da franquia (agora já com muito mais grana), as máquinas mostraram que não haviam aprendido a lição e tentaram mais uma vez (afinal, a ideia tinha dado certo no primeiro filme) enviar um novo ciborgue para tentar completar a mesma missão novamente. Mas dessa vez as máquinas mandaram um modelo muito mais foda, o <em>T-1000</em> (Robert Patrick), feito de metal líquido e praticamente indestrutível.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2575" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro2-06jpg.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2575" title="exterminador-do-futuro2-06jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro2-06jpg-150x150.jpg" alt="exterminador-do-futuro2-06jpg" width="150" height="150" /></a>Agora com <em>John Connor</em> (Edward Furlong), já nascido e como um menino rebelde que havia sido adotado após a mãe ter sido internada em um manicômio depois de ter a brilhante ideia de sair contando aquela história maluca de robô pra todo mundo. Os humanos também não deixaram barato e mandaram um ciborgue para protegê-los. Quem, quem, quem? Meu primo! <em>Schwarzenegger</em><span>, o </span><em>T-800</em><span>. Sim, agora ele veio como um cara legal e havia chegado pra salvar o dia. E o fez! Salvou </span>John Connor, libertaram a mãe dele do manicómio e acabaram com o <em>T-1000</em>. Esse filme foi bem melhor que o primeiro e fez a franquia estourar de vez ganhando dinheiro de todos os lados.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2576" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro-3-poster03jpg.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2576" title="exterminador-do-futuro-3-poster03jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/exterminador-do-futuro-3-poster03jpg-150x150.jpg" alt="exterminador-do-futuro-3-poster03jpg" width="150" height="150" /></a>Agora, em 2003 foi onde pisaram feio na bola. Já com <em>James Cameron</em> fora da franquia, quem comandou esse filme foi o <em>Jonathan Mostow</em>. E de cara foi um filme feito sem a menor noção de nada, quase acabaram com a franquia. Não tinha ninguém da produção original nesse filme, nenhum outro ator dos filmes anteriores fora <em>Schwarzenegger</em><span> (nome massa!), que afinal queria se eleger. A motivação dessa sequência era muito simples: ganhar dinheiro. Foi um trabalho de porco mesmo. Mas foi legal ver </span><em>Schwarzenegger</em><span>, </span><em>Schwarzenegger</em><span>, </span><em>Schwarzenegger</em><span> de novo. Mesmo acabadão.</span></p>
<p><span><a rel="attachment wp-att-2581" href="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminator3jpg.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2581" title="terminator3jpg" src="http://www.asfixia.net/asfixia/wp-content/uploads/2009/06/terminator3jpg-150x150.jpg" alt="terminator3jpg" width="150" height="150" /></a>Nesse terceiro filme, </span>a batalha entre humanos e as máquinas com inteligência artificial eclode, fazendo com que uma nova ciborgue <em>T-X </em>(Kristanna Loken) seja enviada com o objetivo de eliminar <em>John Connor.</em> O <em>T-800</em> é enviado para protege-lo de novo  e blá, blá, blá e blá&#8230; Afinal essa história já tinha dado certo em dois filmes, porque não daria de novo? Acaba <em>John Connor</em> (Nick Stahl) com <em>Kate Brewster</em> (Claire Danes), que conseguem se refugiar numa instalação militar após o lançamento dos mísseis que haviam sido ativados pelas máquinas após sua rebelião.</p>
<p style="text-align: left;">De qualquer forma, o quarto filme da franquia veio pra fingir que o terceiro nunca existiu, ganhar dinheiro e deixar todos nós satisfeitos de novo. Estarei lá como um dos primeiros da fila da primeira sessão pra ver se esse negócio vai ser bom mesmo. Fiquem com o trailer.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="430" height="280" data="http://www.youtube.com/v/ePl2HL32Foc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ePl2HL32Foc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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